Bom dia e boas notícias!
Em primeiro lugar, saiu o resultado do Hormônio Anti-Mülleriano: 0,27. Eu tinha escrito errado aqui o resultado anterior. Era 0,26. Ou seja, após a cirurgia, o improvável - uma leve, porém significativa, evolução na reserva ovariana.
Agora é partir pra Fertilização em Vitro, a FIV.
Alguém tem uma boa sugestão de FIV gratuita em São Paulo?
Outra boa notícia está no Jornal do Grande ABC de hoje, dia 16/11.
Veja:
Grande ABC tem 2.760 projetos de pesquisa
Por Angela Martins - Diário do Grande ABC
Sete das maiores universidades da região mantêm atualmente 2.760 projetos de pesquisa científica em andamento, em todas as áreas do conhecimento, como ciências biológicas, exatas e humanas. Importante polo de produção, o Grande ABC serve como celeiro de ideias inovadoras e que trazem novos olhares para indústria e sociedade.
"A demanda de projetos que vemos hoje nas universidades é muito grande e a possibilidade de crescimento dessa produção é alta", destaca o pró-reitor de Pesquisa da Universidade Federal do ABC, Klaus Werner Capelle. Com aproximadamente 1.000 pesquisas, a instituição preza pela liberdade na escolha de temas. "Entendemos que a melhor forma de liberar a criatividade dos nossos professores e alunos é impor o mínimo de restrições. Nossa ênfase é interdicisplinar e não se limita a uma área do conhecimento", explica.
A alta produção, no entanto, esbarra na falta de infraestrutura da UFABC. Com dois campi em construção, falta espaço físico para aumentar o volume de estudos. Apesar disso, o estímulo é para que novos projetos sejam iniciados. "Nossa universidade é a única do País que exige em edital a contratação exclusiva de professores com doutorado e perfil de pesquisador. Isso estimula os estudantes a se aventurar pelo campo da pesquisa.
(...)
No campo da pesquisa genética, a estudante de mestrado da FMABC Fernanda Abani Mafra, 23, busca decodificar os genes de mulheres portadoras de endometriose - doença ginecológica bastante agressiva, caracterizada pelo crescimento de endométrio fora da cavidade uterina - para melhorar o tratamento.
"Descobrimos que a telomerase, enzima localizada no final de cada cromossomo, se comporta como célula cancerígena nas mulheres com a doença. Esse mapeamento permitirá, por exemplo, descobrir quais mulheres que, se operadas, conseguirão gerar filhos sem a necessidade de inseminação artificial. Isso economizaria tempo e dinheiro dos cofres públicos", destaca.
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